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Isto É Peanurs

Questões que assolam a humanidade #14

 

Quem é que deu os cognomes aos reis?

 

Há coisas na vida para as quais a internet não tem resposta. Este é um desses casos (pelo menos na minha rápida pesquisa). Há imensos sites a explicar porque é que cada um dos reis tem determinado cognome, mas esta questão é bem mais complexa que isso. Pensem comigo: a monarquia começou em 1139 e acabou há pouco mais de 100 anos. Durante este período todos os reis tiveram cognomes e portanto está excluída a hipótese de ter sido uma pessoa a dar estas “alcunhas” aos reis. Assim sendo sobram-nos três opções:

 

1. Os cognomes iam sendo dados à medida que os reis morriam e eram dados consoante a herança mais relevante que deixavam. Por exemplo, D. Dinis é o Lavrador à custa do Pinhal de Leiria;


2. Os cognomes foram todos dados por uma pessoa depois de a monarquia acabar para dificultar o ensino de história;


3. Os vampiros são reais.


Honestamente, não sei qual é a hipótese menos parva até porque há vários pontos a ter em conta. A fazer fé na hipótese 1, a pessoa que deu o cognome de Gordo ao D. Afonso II ou tinha muito pouca imaginação, ou não fazia ideia do que é que ele fez no seu reinado (provavelmente não faz nada de relevante). Deviam ter arranjado um criativo publicitário com mais imaginação.

 

Já a hipótese 2 parece-me a menos lógica já que D. Sebastião tem como cognome “O Desejado” por causa daquela história de não haver sucessor ao trono. Ora, todos nós sabemos que D. Sebastião é famoso pelo seu desaparecimento em Alcácer Quibir e, por isso mesmo, se lhe fossemos dar um cognome hoje em dia, estaria relacionado com o seu aguardado regresso.

 

Conclusão: isto de os reis terem cognomes é estúpido e se alguém souber como é que esta moda começou, é favor dizer-me, porque eu adorava saber!

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